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12# 08MAR2013
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A investigadora Ana Segadães  junto do forno de alta temperatura usado no estudo UA desenvolve método capaz de produzir cerâmicos apenas com resíduos
A adição de resíduos industriais ao processo de fabrico de materiais cerâmicos não é nada de novo. Mas uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) chegou ainda mais longe e desenvolveu um método que permite a produção de cerâmicos exclusivamente com desperdícios industriais. O processo desenvolvido pelo Departamento de Materiais e Cerâmica (DEMaC) da academia de Aveiro resolve dois problemas de uma só vez: dá uma utilização aos resíduos, que deveriam ser depositados em aterros, e aumenta a margem de lucro das indústrias cerâmicas já que a matéria-prima tem nominalmente custo zero.
Alírio Boaventura Aluno da UA recebe prémio da maior organização mundial em engenharia eletrotécnica
O aluno de doutoramento Alírio Boaventura é o primeiro estudante em Portugal a receber o prémio Graduate Fellowship de 2013, atribuído pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), a maior organização mundial em engenharia eletrotécnica, na categoria de radiofrequência e micro-ondas (Microwave Theory and Techniques - MTT-S). O prémio consiste numa bolsa de estudos de pós-graduação no valor de sete mil dólares.
 
Semana Internacional do Cérebro Laboratório de Neurociências abre portas e “mostra” cérebro à população
O Laboratório de Neurociências, do Centro de Biologia Celular da Universidade de Aveiro (UA), organiza várias atividades entre os dias 11 e 17 de março, no âmbito da Semana Internacional do Cérebro. Nestes dias, as portas do laboratório vão estar abertas a todos os interessados, com visitas guiadas, vários investigadores vão a escolas da região de Aveiro explicar o que é o cérebro, com o “ABCérebro” e haverá um “Brain Peddy Paper” no campus da UA.
O computador e a trackball que ligam a Adriana ao mundo Uma rara força chamada Adriana
O nome é complicado de ser dito. Muito, muito mais difícil será senti-lo. Fibrodisplasia ossificante progressiva. Tinha 16 anos e os palavrões entraram-lhe na vida sem pedir licença. Primeiro devagar em jeito de quedas que deixavam a carne e os ossos doridos demasiado tempo. Depois, gradualmente, vieram as calcificações nos músculos, nos tendões e nos ligamentos. A jovem Adriana Pequeno perdeu a mobilidade lenta, progressiva e dolorosamente. A doença rara deixou-lhe os movimentos muito limitados.
 
             
 
Esta newsletter, semanal, é produzida pelos Serviços de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Universidade de Aveiro, com conteúdos do @ua_online.
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